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Fundação Nacional do Índio - Funai
sexta-feira, 6 de julho de 2012
segunda-feira, 2 de julho de 2012
Ação conjunta da FUNAI, IBAMA, Polícia Federal e Força Nacional apreende tratores e caminhões em terras indígenas no Maranhão.
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| Madeira apreendida |
A Fundação Nacional do Índio (FUNAI) e o Instituto
Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), com
apoio da Polícia Federal (PF) e Força Nacional em operação, apreenderam três tratores, três caminhões, uma
motocicleta e vários equipamentos de extração ilegal de madeira dentro de Terras
Indígenas (TI) no Maranhão.
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| Tratores 1 e 2 |
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| Trator 3 |
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| Caminhão 1 |
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| Madeira apreendida |
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| Caminhão 2 |
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| Alimento Madereiro |
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| Um dos vários barracões encontrados |
Foram apreendidos ainda madeireiros e catraqueiros nos locais, que organizavam e
davam suporte logístico na derrubada de madeiras, nas áreas indígenas. Esses veículos
foram localizados pela equipe, escondidos dentro das matas próximos a barracões
levantados pelos próprios infratores. Dentro de um dos barracões existia até uma cozinheira para os extrativistas ilegais.
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| Barracões de Madeireiros |
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| Motocicleta escondida em local estratégico dentro da mata |
A motocicleta servia para viabilizar
rapidez na comunicação entre os madeireiros e o fornecimento de comida para
aqueles estavam dentro das matas.
A ação fez parte da fiscalização federal de combate à
atividade ilegal extrativista. Os autos de apreensão foram realizados pela Polícia
Federal, IBAMA e FUNAI, sendo recolhidos ao pátio da FUNAI e PF todos os
veículos.
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| Motosserra 1 |
Entre os equipamentos apreendidos estão: motosserras, correntes,
limas, facões, lonas, armadilhas de caça e outros materiais do gênero. A Polícia
Federal ouviu os madeireiros e ficará responsável por abrir inquérito para
apuração dos fatos.
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| Motosserra 2 |
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| Armadilhas de caça |
A FUNAI em conjunto com outros órgãos federais busca assegurar os direitos dos povos indígenas
e a Coordenação Regional de Imperatriz tem se esforçado para articular a realização
de operações no estado do Maranhão, com finalidade de dá tranquilidade aos
índios desta região e combater a extração ilegal da madeira.
Assista o vídeo editado para segurança dos servidores
quinta-feira, 14 de junho de 2012
Funai apresenta Política Nacional de Gestão Ambiental na Rio+20
RIO DE JANEIRO — A Política Nacional de Gestão Ambiental e Territorial de Terras Indígenas (Pngati) foi o apresentada nesta quinta-feira (14) pela Fundação Nacional do Índio (Funai) durante evento paralelo à Conferência das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, no Museu Nacional do Índio, em Botafogo, na zona sul da capital fluminense.
O decreto criando o Pngati foi assinado pela presidente Dilma Rousseff, no dia 5 deste mês, Dia Mundial do Meio Ambiente, durante cerimônia no Palácio do Planalto, em Brasília.
A ideia é que o Pngati atue no fortalecimento das ações dos povos indígenas na conservação da biodiversidade, por meio do manejo tradicional e comunitário dos recursos naturais, e que também promova o trabalho integrado das instituições governamentais e da sociedade civil na promoção da gestão ambiental e territorial nas terras indígenas.
De acordo com a presidente da Funai, Marta Maria do Amaral Azevedo, o Pngati vem sendo discutido, desde 2008, em conjunto com as comunidades indígenas. "Espero que a partir de agora, a gente consiga dar um bom exemplo para construir uma sociedade que inclua os povos indígenas e os conhecimentos como um grande patrimônio brasileiro", disse.
Marta Maria destacou que a Funai tem avançado na política direcionada aos índios, principalmente nas questões que envolvem a inclusão social, educação e demarcação de terra, mas que muita coisa ainda precisa ser feito. "A gente deu um passo muito grande com relação aos povos indígenas, porém ainda temos um longo caminho pela frente. Nesse sentido, atualmente, a gente tem toda essa vontade política de abrir cada vez mais o diálogo para que a gente possa conseguir melhorar cada vez mais todas as políticas direcionadas aos povos brasileiros", declarou.
Para Toyanabchineri, de 44 anos, representante indígena do estado do Acre, presente ao evento, o Pngati é muito significativa para os índios. "A partir do momento que esse decreto começa a ser implementado, ele vai beneficiar todas as populações indígenas dos quatro cantos do país", disse.
Fonte:UOl
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